Fichamento - teoria do não objeto
atividade proposta no dia 27 de abr. 2025.
Referência Bibliográfica
GULLAR, Ferreira. Teoria do não objeto. Vanguarda e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
Tema Central
O manifesto discute a expressão e surgimento do não-objeto, focando em suas referencias históricas e outros movimentos que interagem da mesma forma com o abstrato.
Estrutura e Ideias Principais
O não-objeto é focado nas experiências sensoriais e mentais.
Com o cubismo o objeto é brutalmente arrancado de sua condição natural.
O "tachismo" retorna o objeto ao signo e mantém o espaço nascido da representação do objeto.
A tela se torna o espaço onde o mundo se harmonizará e se torna o novo objeto da pintura.
A moldura é o meio-termo entre a ficção e a realidade.
Toda obra de arte tende a ser um não-objeto.
O objeto é um ser híbrido.
Citações Importantes
"O não-objeto não é um antiobjeto mas um objeto especial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais"
"Cada vez mais o objeto representado perdia significação aos seus olhos, e em consequência disso o quadro, como objeto, ganhava importância. Com o cubismo, o objeto a brutalmente arrancado de sua condição natural"
"O objeto se esgota na referência de use e de sentido. Por contradição, podemos estabelecer uma primeira definição do não-objeto: o não-objeto não se esgota nas referências de use e sentido porque não se insere na condição do útil e da designação verbal."
Comentários e Impressões Pessoais
O manifesto de Ferreira Gullar deposita a esperança da criação de algo sem utilidade e sentido pré-determinado, é um movimento contra a modernidade e a necessidade de ser algo. Um não-objeto foge dos limites convencionais da arte e chamam atenção do observador, uma ótima proposta para quem concorda com as ideias. Apesar da linguagem teórica e filosófica, o manifesto traz reflexões importantes sobre a criatividade humana.
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